18 de out de 2016

Saído do Forno: A diversidade em perigo

Olá! Tudo bem com vocês?
No 'Saído do forno' de hoje, temos o lançamento do livro A DIVERSIDADE EM PERIGO - De Darwin a Lévi-Strauss, escrito por Pascal Picq, lançamento da Editora Valentina. Para quem gosta de evolução/seleção natural e biologia vai se amarrar.

A filosofia da diversidade é o antídoto contra a possível extinção da espécie humana.

O famoso naturalista Charles Darwin, na aurora de sua carreira, realizou uma viagem que lhe permitiu avaliar a extraordinária riqueza do mundo natural. Para ele, não haveria vida sem evolução e não haveria evolução sem diversidade! 

Um século depois, aquele que se tornaria um grande antropólogo, Claude Lévi-Strauss, partiu, ainda muito jovem, para a descoberta dos povos da Amazônia e compreendeu que a diversidade cultural era crucial para a evolução do homem. 
Neste livro, Pascal Picq imagina que os nossos dois cientistas partem novamente para a aventura, para a redescoberta do novo mundo. Entretanto, Charles Darwin e Claude Lévi-Strauss teriam dificuldade em reconhecer esse novo mundo, a tal ponto as diversidades natural e cultural foram danificadas. 
À medida que as espécies desaparecem e as culturas e as línguas morrem, é o nosso futuro e o da Terra que são prejudicados. 
Darwin e Lévi-Strauss nos avisaram. Por que não os compreendemos? Podemos, enfim, ouvi-los? 
Um apelo fascinante a uma conscientização urgente e salutar.


INFORMAÇÕES IMPORTANTES: O alerta vermelho está aceso para a ameaça que vem despontando no horizonte: a Terra se encontra em vias da sétima extinção – simplesmente, a extinção da espécie humana.

Não será pelo aquecimento global, mas pela erosão da diversidade.

O caminho da degradação da humanidade, as mutilações que os homens infligem ao planeta e a si próprios foram especialmente percebidos por dois cientistas: Charles Darwin e Claude Lévi-Strauss.

A diversidade em perigo é o alerta. Já é mais do que tempo, como diz Pascal Picq, de evoluirmos, de nos tornarmos autênticos Homo sapiens, isto é, homens que, finalmente, agem com consciência. É a era dos homens, mas nos resta pouco tempo para fazermos dela uma verdadeira era do homem.

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